Kick Off
Não queria fazer aqui uma introdução formal nem justificar este espaço. Sinceramente nunca gostei de inaugurações e coisas do género. O cúmulo deste tipo de palhaçadas são as aberturas oficiais dos Jogos Olímpicos, Euros, Mundiais, Festivais de Aeróbica da 3ª Idade e eventos semelhantes. Para mim poucos espetáculos são tão dementes quanto estas celebrações. Vendo bem, acabam por ser sempre a mesma coisa, um bando de loucos, vestidos de amarelo, correndo mais ou menos coordenadamente num recinto fechado. Agora façam um rápido exame de consciência e revejam mentalmente os últimos que viram e confirmem se não encaixa neste padrão.
Feita a introdução à falta de introdução, adiante.
Ponto dois da introdução - não gosto de soja. acho absolutamente louco quem acha que soja substitui um bom hamburguer, não me lixem. Continuarei a expressar o meu desagrado pela soja o quanto entender e achar importante. Gosto, no entanto, do nome do blog, sobretudo por associar "rebentar" a soja, o que me pareceu uma combinação gira e, portanto, aquiesci (palavra gira, não?) a que este fosse o nome do blog.
Agora gostaria que atentassem (que prestem atenção e não que cometam um atentado contra a vida de) às divertidas bolinhas multi-colores que estão espalhadas por este espaço. Catitas não?
Agora uma dica importante para quem escreve. Uma das regras mais importantes quando se está a escrever, e sobretudo quando se está num devaneio penoso para leitores e escriba sobre nada em particular, é saber quando parar. Há vezes, como em tudo na vida, em que a coisa não sai como queremos e a fluidez não é a desejada. Nessas alturas somos confrontados com duas hipóteses - parar ou continuar. Se eu tivesse o mínimo de bom senso, ou o mais pequeno interesse nos vossos sentimentos, cessaria neste momemnto, porque, convenhamos, isto não está nada bom. Mas uma voz sinistra (e algo estridente, curiosamente) me diz para continuar... E sendo verdade que a última vez que dei ouvidos às vozes que me assolam acabei por fazer coisas que o meu advogado insiste que eu não comente (mas porra, dissecar um sapo durante uma sessão do parlamento também não é o fim do mundo, mesmo que tenha sido um deputado do PP) acho que vou prosseguir.
Olha parece que afinal não me apetece escrever mais por agora, pelo que finda aqui o post. Um dia que calhe pode ser que apareça por aqui mais qualquer coisa.

1 Comments:
isso das vozes imaginárias é tratável com uns bons anos de psicoterapia e o apoio moral dos teus amigos nas fases de recaída.
Fora isso, podes continuar assim a ser enfadonhamente chato, que eu aquiesço.
tu tas lá!
bj
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